sexta-feira, 24 de abril de 2009

PEDIDOS DA MADRUGADA


ANTES QUE EXISTISSE O UNIVERSO, PARECE QUE TUDO ERA SILÊNCIO. MESMO ASSIM, O CRIADOR ALI ESTAVA PRESENTE.

SE É QUE PODEMOS DIZER DESTA FORMA, O SENHOR HABITAVA MISTERIOSAMENTE NO NADA, NO VAZIO SIDERAL...

O SILÊNCIO DESSE VAZIO NÃO IMPEDIU A AÇÃO DO CRIADOR, POIS DISSE ELE: “HAJA LUZ, E HOUVE LUZ”. NÃO ESSA LUZ FENÔMENO FÍSICO, MAS A PRESENÇA DE UMA EXCELENTE COMPANHIA AO LADO DO PAI UNIVERSAL: CRISTO, NOSSO SALVADOR!

ELE FOI, DESDE O PRINCÍPIO, AS MÃOS DO “EU SOU”, POR ISTO ELE SE CHAMA “EU SOU A SALVAÇÃO”. É POR INTERMÉDIO DO SEU NOME SANTO QUE DEVEMOS ORAR!

“O SILÊNCIO É OURO”. NESTE PROVÉRBIO A VERDADE DO UNIVERSO SE EXPLICA. VOCÊ NUNCA SABERÁ A ORIGEM DO CRIADOR, MAS APROVEITE AS HORAS MAIS TRANQUILAS DA MADRUGADA PARA EXERCITAR A LEITURA DA PALAVRA PROFÉTICA. E O MAIS IMPORTANTE:EXERCITAR O AMOR PELO  SEU SALVADOR E CRIADOR.

É NA MADRUGADA QUE MUITA GENTE TEM EXPERIÊNCIAS MARAVILHOSAS COM O AUTOR E CONSUMADOR DA NOSSA FÉ. NÃO QUE ELE TENHA DEIXADO DE AGIR OU ATENDER PEDIDOS DE FIÉIS NOS OUTROS HORÁRIOS DO DIA, MAS É NA PAZ DAS ALTAS HORAS QUE NOSSA MENTE ÀS VEZES ENCONTRA RESPOSTAS PARA OS PORQUÊS DE ELE NÃO TER RESPONDIDO ALGUMAS ORAÇÕES QUE FAZEMOS APRESSADAMENTE DURANTE O DIA, POIS TEMOS QUE CORRER EM BUSCA DO PÃO, DAS NECESSIDADES SOCIALMENTE IMPOSTAS; EM BUSCA DOS BENS MATERIAIS, QUE SÃO ÓTIMOS, SE OBTIDOS LICITAMENTE; CONTUDO CORREMOS, E CORREMOS, MAS NÃO PARAMOS PARA ENXERGAR E OUVIR AS RESPOSTAS DO CRIADOR.

PORTANTO, ESTE SINGELO ESPAÇO AQUI É PARA VOCÊ COMENTAR EXPERIÊNCIAS COM O PAI ETERNO E ENVIAR PEDIDOS DE ORAÇÃO, SE SENTIR DESEJO. NUNCA ESQUEÇA DE ORAR, SEMPRE EM NOME DO “EU SOU A SALVAÇÃO”, QUE É CRISTO, A NOSSA VERDADEIRA RELIGIÃO E FÉ!

 

O SEGREDO É CRISTO E NÃO IGREJAS

Tenho alguns anos de estrada no que diz respeito à vida religiosa dentro de comunidades evangélicas. Primeiramente, nasci em lar católico romano; depois toda minha família se tornou presbiteriana do Brasil. Pela Assembleia de Deus, minha passagem foi apenas como visitante. Já no adventismo do sétimo dia fiquei longos dezessete anos, mas antes disso estive na Obra de Restauração, no grupo Maranata, toquei violão na Deus é amor etc., etc. Recentemente, andei visitando a Batista Nacional e Adventista da Promessa.

Contando meu caso a amigos teólogos, quase unanimemente chamam minha atenção para o perigo de, após fazer tanta turnê pelos meandros da fé, terminar meus anos em total apostasia.

Por outro lado, sem querer ir contra igrejas proselitistas que só pensam em fazer membros e mantê-los definitivamente na "verdade" (pelo menos a verdade segundo essas igrejas creem), acho que foi muito bom ter passado por vários grupos religiosos.

De início, quero dizer que aprendi com os católicos a teimosia própria de quem é fiel aos líderes, independentemente de eles estarem ou não envolvidos em coisas inadimissíveis a um religioso. Por outro lado, recebi dos presbiterianos tradicionais o conceito de que minha salvação é eterna, independentemente do faça ou deixe de fazer, pois fui predestinado para isso.

Na Assembleia de Deus, nas poucas visitas ali, fui instruído que tenho de viver na fé, sob as chamas divinas do amor e do poder pentecostal, se possível levantando mortos em nome de Jesus!

E no adventismo? Que aprendi lá? Muita coisa boa, uma delas ser bom debatedor e, mesmo que esteja errado, arrumar argumentos convincentes, pois um servo de Deus não deve perder batalhas, ainda que sejam no campo das idéias.

Quanto à Batista Nacional e Adventista da Promessa, tirando a questão do sábado que esta última acredita ainda estar vigente, ambas são pentecostais como a maioria das igrejas evangélicas.

Se para alguns religiosos meu currículo não é bom, pois não podemos ser como "nuvens levadas pelos ventos", e segundo eles um crente não pode se deixar levar por ventos de doutrina várias, para outros cristãos nada de anormal na minha turnê por diferentes igrejas. Alguns concordam que você só cresce espiritualmente quando vivencia experiências variadas.

A partir destas considerações, uso este espaço para defender amigos que muitas vezes são mal compreendidos pelas comunidades das quais fizeram parte por muitos anos e, de repente, resolveram migrar para outra igreja. Não fiquem tristes, pois o que me conforta é saber que todas essas igrejas falam do amor de Cristo, pregam o bem, mostram o caminho da solidariedade e respeito ao próximo. Também ensinam que se deve guardar a Lei de Deus; ministram bênçãos em nome de Jesus e dizem que o Céu nos aguarda. E melhor de tudo: ensinam que a salvação está em Cristo e não nas denominações!

Bom dia a todos!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

SOCIEDADE: MÃE OU MADRASTA?

Jonas de Souza Silva

Fazendo comparações despretensiosas, pode-se dizer que a sociedade humana comporta-se de duas formas. Ora é mãe gentil, ora madrasta cruel.

Quando se pensa em mãe, a sociedade pode ser comparada a um útero enorme, onde são geradas pessoas supostamente para viver em harmonia entre si, respeito, altruísmo cooperação mútua.

No entanto, de útero confortável e aconchegante, vê-se que setores sociais são tratados muito mal, banidos do processo de cidadania, completamente discriminados; deixados à margem do direito e da igualdade.

Tanto é verdade, que grupos indígenas, negros e pobres, por exemplo, não podem enxergar em nossa sociedade civilizada um modelo de mãe gentil, pelo contrário, em se tratando de Brasil, fica até difícil para eles cantarem o Hino Nacional quando olham para a nação como madrasta historicamente cruel.

Afunilando este tema, trazemos a comparação para dentro das nossas casas. É no lar que crianças e jovens são formados para o convívio social. Nele os pequenos devem sentir-se confortavelmente bem, como se estivessem seguros no útero materno.

Falando em lar, esta palavra vem do latim lare, cuja etimologia tem a ver com “a parte da cozinha onde se acende o fogo... Certamente, isso dá idéia de lugar íntimo, aconchegante. Daí, vem a palavra "lareira", onde a família se reunia para conversar, ao redor do fogo, principalmente nas noites e dias frios”, fonte: http://miriamz.sites.uol.com.br/Familia/ValorFamilia.htm

A partir deste conceito, como imaginar um lar sem calor humano, sem as chamas do amor? Que lar seria esse onde a violência faz o coração das nossas crianças irem se petrificando pela frieza com que são tratadas? Como entender que o lar é a célula mãe da sociedade, se nossos filhos, na maioria das vezes, enxergam a família como madrasta cruel da história de João e Maria?

Sei que existem madrastas mil vezes melhores do que muitas mães, mas aqui tomo a palavra em seu sentido pejorativo mesmo, pois sabemos que o amor doméstico é resultado das longas convivências com nossos filhos e no caso da maioria das madrastas e padrastos isso se dá depois que crianças e garotos já são bem crescidos, descrentes do afeto familiar pelo muito que sofreram.

Também ouvimos dizer que a escola é extensão do lar. Mito, pois mesmo que funcionários públicos se especializem para ofertar educação de qualidade e saudável às crianças e jovens, não são obrigados a ter “útero social”, embora devessem. Quando muito, temos é saco para tolerar adolescentes enfermos psicossocialmente falando.

Portanto, precisamos repensar os conceitos belos de sociedade tão divulgados em livros científicos e recheados de teorias maravilhosas. Em particular o Brasil, não se pode imaginar uma Pátria Mãe Gentil completamente neurótica que, a qualquer momento, resolve nos abortar pelos mecanismos da violência em todas as suas formas.

Queremos uma sociedade mãe, menos uma MÃE DRÁSTICA!

terça-feira, 21 de abril de 2009

O DIABO E SUAS TRÊS ESTRATÉGIAS BÁSICAS


O diabo, como está relatado no evangelho de Mateus, capítulo 4, depois de uma conversa com Jesus Cristo, deixou evidentes suas estratégias de ação. Seu primeiro método empregado naquele diálogo foi colocar em dúvida o interlocutor: “Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães”.

Nesta fala, nota-se que o tentador é crente no poder de Cristo em fazer pedras virarem pães, aliás, o diabo crê e estremece diante do Criador do Universo. O que estava em jogo no diálogo era conseguir levar o bate papo pelos meandros da dúvida. Foi assim que satanás derrubou Eva e estava certo de que esse método era infalível quando o assunto era arruinar o ser humano.

Passados quase dois mil anos, o método da dúvida ganha sinônimo de desafio, sobretudo entre jovens quando querem iniciar outro colega no mundo das drogas e da criminalidade. “Se você é nosso amigo, use só um pouquinho!”; “Se você é dos nossos, vá lá e faça o serviço!”. Estas são frases impregnadas do maldito SE que o diabo conhece muito bem e sabe que seu uso em determinadas circunstâncias funciona para detonar a vida das pessoas.

Outra técnica diabólica é o hábito nocivo de se viver 24 horas do dia comparando pessoas e valores. Não é à toa que ele levou Cristo ao lugar mais alto do templo e mostrou as belezas, glórias e riquezas do mundo. Imagino um filme sendo exibido diante do Mestre, comparando os tempos em que se andava de camelo com um futuro cheio de aviões a jato e carros velocíssimos!

Quantos de nós não estamos em tristeza e depressão tão somente porque a mente vive comparando os tempos bons do passado com os dias difíceis de hoje? Mas com Cristo o diabo fez diferente, mostrou um futuro brilhante, de alegria, felicidade, poder, glória. Com o Mestre de Nazaré a estratégia maligna não funcionou porque Jesus (Yeshua) não se deixou levar pela tentação.

Viver comparando pessoas, coisas e valores tem um lado satânico quando essa prática nos faz superficiais e moralmente pequenos demais. Há quem deixe de comer normalmente, porque deseja ter o corpinho de modelo. Existe quem se bronzeia todo dia simplesmente porque não gosta da cor da pele; outros não aceitam ser negros e fazem de tudo para se comportar como brancos. Há quem se compara com o ídolo da TV ou da música internacional e se veste e anda como Elvis, John Lennon e tantos outros. Também existe quem admira bandidos famosos e age como eles. Mas a Bíblia diz que precisamos ser como Cristo foi e não como o diabo quer que sejamos!

Sem dúvida, a comparação tem o lado bom, mas aqui nos referimos a ela enquanto mecanismo diabólico empregado para destruir valores e vidas. Ou comparando para mais, para menos ou igualando valores e pessoas, assim satanás age na sociedade. Há quem se sinta maior que os outros e vive a humilhar colegas; também existem os que se sentem impotentes, pequenos demais diante dos amigos e ainda há aqueles que desejam ser iguais a Nero, Hitler e a tantos outros personagens que assinaram e ainda assinam páginas tristes na história da humanidade.

Por último, o diabo emprega o método da adoração própria, pois queria que Jesus Cristo o reverenciasse, curvando-se. Neste ponto podemos dizer que um indivíduo que exige adoração dos outros está fora de suas faculdades mentais.

São muitas as formas de culto a si mesmo. Uma delas é adoração incontida do próprio corpo, sem limites, sem observância de valores. Tudo bem que tenhamos amor próprio, mas culto a si mesmo é a mais perigosa ferramenta que o diabo emprega, principalmente quando o corpo humano está em pleno vigor. É comum pessoas com essa síndrome dizerem aos pais e amigos: “A vida é minha, faço dela o que bem entender!”

Enfim, todo cuidado é pouco, pois o diabo, embora tenha vários métodos, privilegia três: a dúvida, a comparação e adoração própria. Ele duvidou da justiça divina, pois achava que devia receber adoração igual ao Criador.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

FALANDO SOBRE DEUS, MAS AGINDO MAL

Segundo Cristo, nosso Salvador, é pelos frutos que se conhece a árvore. O apóstolo Tiago também disse que de uma mesma fonte não pode jorrar duas águas diferentes; ou jorra água boa, ou água ruim.
As falas dos dois personagens bíblicos se referem à inconstância do ser humano e sua vida contraditória, pois ao mesmo tempo em que prega o amor, a justiça, o respeito, a fidelidade, caridade, compreensão e paz, age contrariamente a todos esses valores.
Pois bem, esta minha explanação é para esclarecer aos senhores a realidade de alguns meios de comunicação de Juína, cidade do noroeste de Mato Grosso.
Provavelmente, por ficar a quase 750 quilômetros de Cuiabá e longe dos grandes centros brasileiros, onde fiscalização existe e funciona, nossa cidade ainda vive tempos do YO SOY LA LEY (Eu sou a lei). Aqui há pessoas religiosas preocupadíssimas em pregar o Evangelho e salvar as almas do pecado. O problema é que o conceito de “pecado” não está claro para donos de emissoras de rádios religiosas (particularmente as evangélicas), pois falam dia e noite do amor de Jesus, defendem o bem, tocam hinos de fé e esperança; recebem incentivos financeiros de cristãos donos de lojas (que nessas rádios fazem propagandas) e conclamam jovens e adultos à observância da Lei de Deus.
A contradição é que, embora falando do amor e da justiça, rádios piratas estão no ar 24 horas. Na ilegalidade, blasfemam o nome de Cristo que, certamente, nenhum pouco está satisfeito com isso, pois Ele nos ensinou sujeição às autoridades e leis vigentes neste país. Pior é que líderes religiosos deixam seus fiéis usarem esses microfones para denunciar o pecado da população, quando eles mesmos estão perdidos na ilegalidade!
Enfim, não temos direito de usar o nome do Filho de Deus em emissoras de rádio ilegais, piratas, que não recolhem impostos ao Governo e servem de mau exemplo para o Cristianismo. Que o Criador se compadeça de nossas almas, pois o lema de muitos religiosos ainda é: FAÇA O QUE EU DIGO, MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO!